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Quarta-feira, 14 de Março de 2012

Restaurante Mistral


Descobri o Mistral no tempo em que ainda passava férias com os meus pais e porque alugámos uma casa no edifício onde fica localizado.

Face à proximidade, rapidamente se tornou no local onde íamos almoçar todos os dias. Os pratos são baseados no peixe do dia, grelhado no carvão, confeccionados num assador montado para o feito, debaixo de uma enorme palmeira que existe há décadas.

A clientela é maioritariamente portuguesa e os preços muito bons face à qualidade apresentada. As refeições servem-se numa explanada montada no espaço envolvente. Carlos, o seu proprietário, é um homem claramente organizado e capaz de comandar as tropas nas horas mais críticas e, sobretudo, na gestão dos clientes que esperaram mais de uma hora por uma mesa. Por isso já sabe, se quiser almoçar no Mistral é bom que chegue antes das 12h45.

Se a praia da rocha fosse o meu destino de férias, não tenha dúvidas que, este era um local onde faria maior parte dos meus almoços.

Segunda-feira, 5 de Março de 2012

Restaurante O Forcado


Curiosamente, ou talvez não, tem o mesmo nome de um excelente restaurante em Loures, sobre o qual já falei neste blogue.

O que há para dizer sobre o Forcado resume-se ao facto de ser um restaurante de estrada na nacional 4, cuja especialidade são os grelhados.

A decoração é muito antiga e há a registar os quadros, fotos e artefactos alusivos ao seu nome, expostos pelas paredes do espaço. Possui ainda um enorme parque de estacionamento para os seus clientes, normalmente profissionais do volante.

Sexta-feira, 17 de Fevereiro de 2012

Snack-Bar Lourenço


Situa-se na rua principal do centro histórico de Armação de Pêra e é ideal para um petisco de final de tarde, após um dia de praia.

No Lourenço recomendo um petisco baseado em bivalves e acompanhado de umas imperiais bem frescas. Pode também optar pelo peixe fresco grelhado.

Os preços são bons e a qualidade também. O atendimento pela proprietária também é bom, mas não espere grandes simpatias por parte do cônjuge. O meu sogro é cliente há mais de vinte anos e ainda hoje nem uma boa tarde recebe. Este pormenor recorda-nos o velho mito de que, os algarvios escondem a comida na gaveta, sempre que alguém bate à porta.

Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2012

Restaurante Hen Xian


O Hen Xian trata-se de mais um restaurante de comida chinesa, especialidade da qual têm surgido muitas casas, nas últimas décadas, um pouco por todo o lado.

Situa-se na urbanização de Massamá norte e serve uma zona que, até há bem pouco tempo, servia apenas de dormitório para uma parte da população que trabalha na capital. A zona evoluiu e, fruto dessa situação, surgiram oportunidades de negócio para todas as áreas. Desta forma, este restaurante chinês possui uma ampla sala para refeições podendo receber grupos e festas. Para além disso, também tem serviço de take-away para quem quiser fazer a sua refeição em casa.

Terça-feira, 7 de Fevereiro de 2012

Restaurante Casa de Lafões


Este restaurante situa-se no Beato, mais concretamente na Calçada Duque de Lafões, entre o convento do Beato e os bombeiros voluntários.

Distingue-se pela qualidade dos seus grelhados, pelo espaço acolhedor e pela simpatia dos funcionários.

Relativamente aos grelhados destacam-se as costeletas de borrego e as carnes argentinas que, com a elevada procura que se tem vindo a registar nos últimos anos, tem levado ao decréscimo de qualidade das mesmas, fenómeno esse que não se verifica neste espaço. Alternativamente e, para além dos grelhados, existem outros pratos típicos da cozinha tradicional portuguesa.

Junto ao restaurante não há estacionamento. Deixe a viatura junto ao convento e vá a pé.

Sexta-feira, 3 de Fevereiro de 2012

Restaurante Migalhas


No primeiro dia de férias, chegámos ao fim da tarde e depois de descarregar a viatura, seguimos para jantar. Os amigos já lá estavam desde o inicio do mês e, como tal, trataram da logística para essa refeição. Como jogava o Benfica e o Migalhas possui uma televisão, com o canal SportTV, lá reservaram mesa junto ao aparelho…

Chegámos, sentámos e aproveitamos a especialidade da casa, o rodízio. Ao almoço de peixe ao jantar de carne. A comida foi vindo, a sangria também e lá terminamos a refeição.

Dois dias mais tarde voltamos lá, mas desta vez apenas os três, eu, a companheira e a filha. Mal entrámos, o empregado que nos tinha servido anteriormente torceu o nariz e fez uma cara esquisita. Apercebendo-me disto, sentei-me, pedi as refeições e, ao longo da degustação, fui tentando perceber qual a razão daquela má vontade aparente. Não consegui perceber mas, não gostei da atitude e, como tal, nunca mais voltei!

Quinta-feira, 26 de Janeiro de 2012

Restaurante Roseiral


O Roseiral era o local onde habitualmente almoçava sempre que fazia uma visita ao Jardim Zoológico de Lisboa. A proximidade da entrada e o amplo espaço que possuía eram factores determinantes no momento da escolha.

Nasceu do aproveitamento de um espaço existente, com a simplicidade da montagem de umas tendas para proteger os comensais dos raios de sol e intempéries de inverno. Com o passar dos anos e, sem qualquer atenção à manutenção, foi-se degradando, tendo sido fechado e encontrando-se em obras.

Da última vez que o visitei os pássaros passeavam pelas mesas com os empregados indiferentes a tal situação. Parecia que a bicharada já fazia parte da família... Quem adorava este cenário eram as crianças, que se divertiam a dar de comer a tudo o que mexia. Para além dos pássaros haviam também bastantes insectos que muito incomodam. Foi, desta forma e, sem grande surpresa, que encerrou. Resta saber se, por iniciativa própria ou pela mão da ASAE?

As sardinhas assadas e as pataniscas com arroz de feijão eram imagem de marca.

Aproveite para uma aventura no Zoo que certamente o fará recordar algumas nostalgias da sua infância ou, caso tenha filhos ou sobrinhos, levo-os a ver os animais. Tenho a certeza que todos irão gostar!

Sábado, 7 de Janeiro de 2012

Restaurante Tio Leitão


Recordo com exactidão o dia que fui ao Tio Leitão. Era uma noite escura de inverno, chovia a cântaros, a fome apertava e queríamos um restaurante diferente.

Como estávamos na zona de Cascais fomos até há marina, estacionámos e subimos ao piso superior da área de lojas, onde decidimos entrar no tio Leitão. Já era tarde e praticamente todos os clientes tinham jantado, perguntamos se ainda serviam refeições e muito simpaticamente disseram que sim.

Começaram por vir as entradas, incluindo um delicioso queijinho de Azeitão, que nos acariciaram o estômago. Como apenas eu sou apreciador de leitão, especialidade da casa, optei por pedir um bife pimenta, que estava muito bem confeccionado. Para além de uma confecção muito boa, o restaurante estava muito bem decorado e localizado. Lembro-me de, nessa noite, ver a chuva a bater com muita força nos vidros e do incidir da luz do farol da Guia nas gotas de água, que escorriam pelo vidro da janela. Apesar da intempérie, estava uma bela noite de inverno, para românticos.

Algum tempo mais tarde decidimos voltar mas fomos surpreendidos com o encerramento do espaço. Por isso peço-lhe a si, estimado leitor, se souber do paradeiro do antigo proprietário deste espaço, em actividade similar, faça o favor de utilizar o endereço de correio electrónico disponível neste blogue.

Obrigado!

Terça-feira, 27 de Dezembro de 2011

Charcutaria Francesa


Conheci a Charcutaria Francesa numa festa de amigos, onde celebrámos um aniversário e demos as boas vindas a uma amiga que, depois de alguns anos a ganhar a vida fora do país, decidiu regressar às origens.

Não sei se posso dizer que conheci a Charcutaria Francesa, na verdadeira essência da palavra. Tal deve-se ao facto das pessoas que gerem o restaurante possuírem uma segunda localização, apenas para receber grupos de amigos que por ali decidem juntar-se e conviver.

Essa “segunda” casa situa-se na Rua Cecílio Sousa, junto ao Príncipe Real e foi precisamente lá que estive. É uma habitação adaptada para o efeito, possuindo coisas magníficas, que me fizeram lembrar os tempos dos meus avós. Desde a loiça cavalinho, em castanho e verde, da fábrica de Sacavém até outras preciosidades. Obviamente estas preciosidades estão devidamente expostas, não sendo de utilização para os comensais. Para além disso e, como se trata de uma casa de habitação, os quintais das habitações fazem parte daqueles pátios antigos que se formavam nos interiores dos quarteirões. Mas a cereja em cima do bolo ainda não chegou, o quintal possuí um poço antigo, algo raríssimo nos dias de hoje e que me traz inúmeras recordações de infância.

Deixando a nostalgia, a comida é confeccionada à medida, sendo feita na altura e resultando numa confecção de excelência.

Sinceramente não sei responder se as reservas deste espaço são só para amigos, mas, se tiver uma oportunidade de experimentar não hesite. Nem que seja pelas memórias dos nossos entes mais queridos. Afinal, recordar é viver.

Estacionamento? Vá com tempo e boa sorte!

Segunda-feira, 19 de Dezembro de 2011

Cervejaria O Gordo


Como o meu progenitor é natural desta cidade, é vulgar que as primeiras opções, para uma degustação em família, recaiam nesta zona ou arredores. Confesso que já nadava um bocadinho cansado de ir sempre aos mesmos sítios e até arranjei algumas desculpas para fugir por uns tempos.

Um dia destes lá combinámos um passeio familiar e qual foi a zona escolhida? Torres Vedras, pois claro! Bem eu alinho, mas com uma condição, ao Barracão não, que já estou um bocadinho cansado de lá ir tantas vezes… A escolha recaiu na Cervejaria O Gordo, junto ao recente e moderno mercado da cidade. Sinceramente? O mais moderno e limpo que conheço.

Para mim, uma visita a uma cervejaria, não pode ser dedicada única e exclusivamente aos bifes ou outras especialidades da casa. Quer seja em variedade ou em quantidade, tenho sempre de provar o marisco! E assim foi, pediram-se navalheiras, percebes, amêijoas e camarões de espinho.

O camarão, apesar de demasiado grande para o meu gosto, estava bom, assim como as amêijoas e as divinais navalheiras. Paladar semelhante só recordo naquelas que o meu avô comprava e cozinhava em casa… Os percebes foram de facto a espécie menos conseguida. Alguns tinham um sabor esquisito e não pareciam estar em condições.

Depois do marisco vieram os pratos. Começámos com duas codornizes fritas, muito bem confeccionadas e seguimos para o arroz de polvo, um bocadinho esturricado. No final saímos sem provar a especialidade da casa, o frango assado de uma forma especial. Há também a famosa maionese caseira, que não provei. Voltarei em breve!

O preço, uma ninharia. Para além de tudo o que mencionei anteriormente ainda foram servidas cervejas, águas, sobremesas, cafés, uma dose de frango, sopa e pão com manteiga, tudo por sessenta e oito euros. O estacionamento não é fácil mas o mercado oferece a primeira hora sendo as seguintes cobradas a 40 cêntimos…

Terça-feira, 6 de Dezembro de 2011

Restaurante O Pedrouços


Conheci o Pedrouços por ocasião do festejo do aniversário de uma das minhas cunhadas, que ocorre no mês de Julho. O Verão tinha entrada em força e, apesar de ainda estarmos nos primeiros dias desse mês, estava um calor abrasador.

Situa-se em Pedrouços, entre a estação fluvial de Belém e o Padrão dos Descobrimentos. A entrada é estranha e até pouco digna do espaço. Lembro-me de passar pelo restaurante e não me aperceber que era ali. Apesar de ter uma escada directa para o piso superior, que passa completamente despercebida, entrei pelo piso inferior e subi uma longa escadaria de madeira. Ao passar pelo piso inferior notei alguma desarrumação e desorganização do espaço, bem como a permanência de algumas pessoas que me fizeram pensar se não me tinha enganado. A frequência mais parecia a de uma taberna…

Apesar de não ser suposto um cliente passar pelo piso inferior, alguém chamou um empregado que me conduziu ao piso superior, através de uma longa escada de madeira, muito pouco usual nos dias que correm mas, que muito aprecio. Apesar de a reserva ter sido feita para uma mesa junto há janela, com uma vista fabulosa sobre o Tejo, optámos por mudar para a parte mais interior, tal era o calor que se fazia sentir, assim como a ausência de qualquer aparelho de refrigeração…

Fizemos os pedidos e a comida chegou, estando tudo bem confeccionado e com um serviço muito bom. Sinceramente gostei de tudo, do espaço, do chão e da escadaria em madeira, sendo uma delas em caracol, das cadeiras forradas, enfim, todos pormenores que lhe dão um ambiente acolhedor. Se for de Verão e estiver calor opte por jantar, definitivamente, almoço não dá. As especialidades da casa estão relacionadas com pratos de peixe mas, como é hábito, esteja atento ao que pede se não, no final, vai sentir a pressão da distracção…

Caso opte pelo almoço, com tempo e assim o entender, a zona oferece-lhe inúmeras opções culturais. Aqui ficam alguns exemplos: Padrão dos Descobrimentos, Torre de Belém, Museu da Electricidade, Mosteiro dos Jerónimos, Museu dos Coches, Museu da Marinha, Centro Cultural de Belém. No fim da visita um pastelinho de Belém repõe as energias gastas.

Terça-feira, 29 de Novembro de 2011

Restaurante Marisqueira Casa Rodrigues

Em tempos idos havia uma tertúlia de colegas de trabalho composta pelo Leitão, Vitorino, Venâncio, Paulo Jorge e eu. Com excepção do Vitorino, éramos todos solteiros e bons rapazes com bastante tempo e vontade para estas coisas. Todos os meses havia almoço e, num sistema de rotatividade, cada um era responsável pela organização da contenda.

Numa das escolhas do Paulo, fomos até há Casa Rodrigues, rotulada como tendo marisco fresco a preços muito em conta. Tal devia-se ao facto de não se tratar de um dos muitos restaurantes mediáticos, que existem na zona e perto da estrada principal. Aliás, ainda me lembro de ser bastante confuso chegar lá, era necessário entrar na vila e depois caminhar por becos e travessas (perdoem-me alguma desactualização mas isto já foi há mais de 15 anos…).

Chegámos, sentámos e lá começaram a vir as iguarias: camarão, percebes, amêijoas, búzios e assim foi até não podermos mais. Lembro-me de esse almoço também ter sido bem regado, não fossemos os cinco apreciadores da pinga. E que cinco!

Depois da almoçarada lá nos metemos na viatura e começámos a viagem de regresso a Lisboa. Ao chegar à zona da foz do Lisandro, entendemos por bem parar por ali algumas horas para baixar o teor de alcoolemia. Quatro de nós aproveitaram o excelente dia de primavera na esplanada enquanto o Paulo Jorge, depois de uma noite de folia, não aguentou e aproveitou para dormir no carro. Quando acordou parecia um british, vermelho e transpirado. Lá teve de se aguentar com as bocas da rapaziada...

Voltando há Casa Rodrigues, de facto o marisco tinha qualidade e não era daquele para enganar turista, como muito se vê por aquelas bandas, mas, o preço, também não era uma pechincha como o Paulo dizia…

Bons e velhos tempos que já não voltam!

Quinta-feira, 24 de Novembro de 2011

Restaurante Zé Varunca


Ainda sou do tempo em que o Zé Varunca tinha apenas o espaço da Parede, junto há estação. Comer lá era difícil, principalmente ao jantar e fins-de-semana. Sem marcação, então, nem pensar!

Para quem nunca ouviu falar, trata-se de um restaurante típico, de comida alentejana. É, para muitos, considerado o que melhor confecciona pratos alentejanos na capital. Sinceramente e, sabendo da existência do Galito em Carnide, parece-me injusta tal eleição. Não porque o Galito seja melhor mas, porque ambos estão ao mesmo nível. O Zé Varunca leva vantagem por se ter expandido e possuir neste momento três estabelecimentos enquanto o Galito se mantém fiel ao seu espaço procurando preservar o lema do seu proprietário, “jantares em família”.

Como disse anteriormente, o Zé Varunca foi evoluindo e possui já três espaços. Para além da Parede, abriu um segundo em Oeiras e muito recentemente um terceiro na capital. Curiosamente não conheço o da capital e sou um apreciador do de Oeiras, mais recatado e acolhedor. O original da Parede possui demasiadas lâmpadas fluorescentes, quebrando assim algum glamour e elan.

Por esta altura pensaram os leitores: “Escreveu tanto e ainda nada disse sobre comida…”. Pois é verdade, é difícil e injusto estar aqui a destacar alguma coisa. Vá, coma o que mais gostar ou lhe apetecer e vai ver que, independentemente da escolha, sairá satisfeito.

Segunda-feira, 21 de Novembro de 2011

Restaurante Pizzeria Copacabana


Mais um espaço onde a simpatia é algo que não faz parte das regras de bem servir à mesa. Sinceramente nunca entendi porque razão as gentes do "Allgarve" adoptam esta postura. Talvez ainda não tenham percebido que têm sido os portugueses a sustentar as casas algarvias ou até talvez sim, mas as gorjetas são mais importantes nesta nova sociedade capitalista…

No Copacabana, a ementa é vasta e diversificada, com diversos pratos de cozinha portuguesa e as tradicionais pizzas e lasanhas da italiana, sinal claro de quem pretende servir todos os gostos e ter sempre casa cheia. Tem duas salas de refeição internas e uma esplanada onde, quase sempre, é complicado arranjar mesa.

Na primeira vez que lá fui, fomos os primeiros a ocupar uma mesa na sala interior principal e rapidamente efectuamos o pedido. As entradas chegaram, as bebidas também e ao fim de quase uma hora, os pratos principais não apareciam. Durante esse período de espera todas as outras mesas eram servidas e, perante tal facto, questionámos por diversas vezes o emprego a razão de tanto atraso. Haviam crianças no grupo, já quase a dormir, cansadas e famintas após um longo dia de praia. Esse senhor, a partir de certa altura já nem olhava para nós e fazia "corta-mato" para nos evitar. Já perto das 22 horas lá apareceu a comida, num momento em que estávamos para deixar 20 euros em cima da mesa…

A comida é bem confeccionada e até comi a melhor francesinha que conheço, fora da região do Porto. Contudo, a atitude dos seus empregados é lamentável e inaceitável. Aceito que tivesse havido um esquecimento, um atraso, qualquer coisa, agora a falta de dignidade de explicar o problema aos clientes é terceiro mundista! Só para o leitor ter uma ideia, o empregado que acabou por nos servir as refeições e a sobremesa foi diferente do inicial, pois parece que esse senhor se recusou a fazê-lo. Que falta de profissionalismo!

Resumindo, face à qualidade da francesinha voltei lá uma segunda vez e estava divinal. Ponha o chapéu da paciência e não perca esta francesinha por nada, tudo é confeccionado no ponto: a dose, o molho e até a quantidade de picante.

Quinta-feira, 17 de Novembro de 2011

Restaurante Marco


A descoberta do restaurante Marco resulta do facto de alguns amigos meus residirem ou trabalharem nesta nova zona de Odivelas. Pela boca deles, este espaço é conhecido pela excelente confecção do prato típico da região norte, a francesinha. Referem ainda que, alguns empresários do norte, quando se deslocam a Lisboa, só comem francesinhas aqui.

No dia do meu aniversário, juntámos cinco colegas de trabalho e lá fomos nós experimentar a tal badalada especialidade. Chegados ao local e, depois de instalados, o pedido foi unânime, cinco francesinhas sff. Há segunda garfada já eu sonhava com as do Capa Negra… Um pormenor que faz toda a diferença, o molho. No Marco o prato é servido e o empregado pergunta aos clientes: “A quantidade de molho é suficiente? Se pretender nós acrescentamos mais…”. Sinceramente nunca tinha sido contemplado com esta infeliz opção. O molho é para ser servido cobrindo todo o prato e com cerca de dois a três milímetros de altura. Para além disso, falta picante.

Alguns colegas meus, na altura gostaram, mas depois das férias e de terem ido ao norte já me vieram dizer: “Afinal tinhas razão, a francesinha do Capa Negra não tem nada a haver!”.

Para quem não está habituado e/ou é a primeira vez que experimenta, até pode ser um bom inicio para ser ir preparando para sabores mais fortes.
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